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02/12/16 09:09

EducarMais: Dedicação - O caminho para o sucesso!

Talentos não faltam. O que precisamos é apresentá-los ao mundo.

O Instituto Hilda Ferreira, escola parceira do Sistema Ari de Sá, no ano de 2015, alcançou o 18º lugar no ranking de aprovação no ENEM e neste ano vem conquistando excelentes resultados em olimpíadas científicas nacionais. O colégio conta com diversos medalhistas e menções honrosas.

Em 2016, cerca de 200 estudantes do 2º ao 9º ano do Ensino Fundamental participaram do Canguru de Matemática, concurso de Matemática voltado para alunos de escolas públicas e privadas, e conquistaram 16 medalhas. Além disso, na primeira participação do colégio na Mathématiques Sans Frontèires (MSF), olimpíada francesa de Matemática, este ano, a escola foi destaque com duas equipes, que obtiveram medalha de prata. 

Para reforçar esses resultados e o bom desempenho individual dos alunos, a instituição de ensino oferece, gratuitamente, aulas olímpicas aos sábados para os interessados em fazer parte das Turmas Olímpicas Científicas. A divisão dos alunos é feita por habilidades, com o propósito de formar equipes especializadas e desenvolver o talento de cada aluno, sem deixar de lado a amizade, a solidariedade e a competitividade. Essas atividades ajudam os estudantes a abrir novos horizontes. Hoje, 10 alunos do colégio, com idade entre 11 e 16 anos, estão participando do Programa de Iniciação Científica Jr. (PIC), da Universidade Federal do Amazonas (UFAM). Além disso, o Instituto Hilda Ferreira é a única escola privada do Amazonas a ter alunos participando desse programa. 

No ano de 2015, o estudante Maurílio Costa Caggy, do 9º Ano, foi eleito o melhor aluno de Matemática das escolas particulares do estado, devido ao seu resultado na 37º edição da Olimpíada Brasileira de Matemática (OBM), o que motiva ainda mais a instituição a oferecer ensino de excelência para seus discentes.

Todo esse trabalho é pautado no compromisso e dedicação do colégio, dos educadores e também dos alunos. Os bons resultados agregam entusiasmo e força de vontade na jornada dos jovens estudantes. Como é o caso da aluna Nayandra Andion, da 2ª série do Ensino Médio, classificada entre os 3702 participantes para representar o Norte e Nordeste do país na Olimpíada Brasileira de Química (OBQ). Já na área de Exatas, os alunos Caio Maia, Nicolas Baraúna e Hugo Nakamura, todos medalhistas, demostram cada vez mais sua paixão pelas olimpíadas científicas conquistando resultados excelentes em diversas competições do Brasil.

Segundo a Professora Renata Yasaki, que ministra a disciplina de Matemática, a ideia é incentivar os alunos a participarem de uma prova, demostrando que Matemática pode ser muito mais do que cálculo. “Estimulamos constantemente a criatividade dos alunos. O interessante não é só fazer as operações, mas saber as propriedades que estão por trás dos princípios matemáticos, saber usar o conteúdo na prática, valorizar o pensamento matemático.  Acredito que o bom desempenho dos nossos alunos nas olimpíadas científicas é consequência de um trabalho bem feito, do estímulo da equipe de professores e, especialmente, do interesse e da iniciativa dos alunos, que aceitaram o desafio e mostraram que podem ser sempre melhores em tudo que fazem. O incentivo começa desde cedo, com as turmas do Fundamental I, estendendo ao Fundamental II e ao Ensino Médio. Podemos dizer que as olimpíadas mudaram o pensamento dos nossos alunos, que antes olhavam como algo difícil. Hoje os alunos participam mais e comemoram cada fase aprovada. Eles sabem que podem e são capazes de vencer qualquer desafio”, ressalta a professora. 

De acordo com a Diretora de Ensino do Instituto Hilda Ferreira, Cristina Meireles, para o ano de 2017, a escola está se estruturando para participar também da Olimpíada Brasileira de Geografia (OBG), da Olimpíada Nacional de História do Brasil (ONHB) e da Olimpíada Brasileira de Astronomia (OBA). “Queremos ter representantes do Amazonas em todas as Olimpíadas Científicas nacionais e internacionais. Nós temos diversos talentos, precisamos apresentá-los ao mundo.”

 

Fonte: Revista EducarMais.